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    <title>neurodiversidade</title>
    <link>https://lodelpreprod.univ-rennes2.fr/cfla/index.php?id=175</link>
    <description>Entrées d’index</description>
    <language>fr</language>
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      <title>Autismo, Deficiência e Neurodiversidade: Provocações para pensar um conceito disputado e seus efeitos em pesquisas no/a partir do Sul Global</title>
      <link>https://lodelpreprod.univ-rennes2.fr/cfla/index.php?id=341</link>
      <description>Neste texto realizamos uma reflexão sobre as coproduções e as interseccionalidades das categorias “neurodiversidade” e “deficiência” na Academia e no Ativismo. Neste movimento, perguntamos como a categoria “neurodiversidade” está sendo pensada e materializada nas práticas de ativistas autistas, tendo como objetivo problematizar as concepções e reivindicações de direitos através da categoria ‘neurodiversidade’ que habilitem sua “antropofagia glocal”. A partir de uma revisão bibliográfica sobre o tema e da participação observante em pesquisas emancipatórias acadêmico-ativistas de autistas, buscamos conjugar um duplo movimento: tensionar críticas acadêmicas a partir de um movimento social de autistas; e tensionar críticas de ativistas globais a partir das articulações de um coletivo acadêmico-ativista no Brasil. Como contribuição ao debate, mostramos, na prática do coletivo, como o movimento ativista brasileiro aciona uma “identidade neurodiversa” como articuladora biopolítica de uma coletividade, ao mesmo tempo em que entende o autismo como “deficiência”, na chave do Modelo Social e dos Direitos Humanos, conceito que habita as principais legislações brasileiras sobre o tema. This paper analyses the co-production and intersectionality of the ‘neurodiversity’ and ‘disability’ categories in academic and activist circles. It reflects on how the category ‘neurodiversity’ is thought about and materialised in the practices of autistic activists, in order to problematise the conceptions and rights claims that enable its ‘glocal anthropophagy’. On the basis of a bibliographical review and observation-based participation in emancipatory academic-activist research on autistic people, the aim is twofold: to question academic critique on the basis of a social movement of autistic people; and to question global activist critique on the basis of the articulations of an academic-activist collective in Brazil. To contribute to the debate, the text shows that in the practice of the collective, the Brazilian activist movement puts forward a ‘neurodiverse identity’ as the biopolitical articulator of a collectivity, while understanding autism as a ‘disability’ in the key of the social model and human rights – a concept present in the primary Brazilian legislation on the subject. </description>
      <pubDate>ven., 06 déc. 2024 12:32:09 +0100</pubDate>
      <lastBuildDate>ven., 26 sept. 2025 10:10:31 +0200</lastBuildDate>
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      <title>Uma crítica autista à racionalidade masculina: articulações entre feminismo e neurodiversidade</title>
      <link>https://lodelpreprod.univ-rennes2.fr/cfla/index.php?id=170</link>
      <description>Este texto discute as concepções normativas do autismo como déficit e como ausência de humanidade acompanhando os questionamentos propostos por Mel Baggs, ativista autista estadunidense, em vídeos compartilhados em rede social pública. Aliando sua produção a um referencial feminista, queer e dos estudos críticos da deficiência, começamos investigando as relações entre as tecnologias do gênero, da raça e da sexualidade com os transtornos mentais, passando pela conexão entre o diagnóstico de autismo e o capitalismo contemporâneo. Damos destaque a uma descrição crítica da racionalidade masculina, que traça os limites dentro dos quais o indivíduo moderno é engendrado como ideal regulatório na teleologia normativa das teorias psicológicas do desenvolvimento e materializado pelas instituições disciplinares, enfatizando suas reverberações nos discursos e práticas em torno do autismo. Percorremos as controvérsias a respeito da independência na articulação entre as tecnologias da escrita e as pessoas autistas, contrapondo-a à noção de interdependência elaborada pelos estudos críticos da deficiência. Em conclusão, buscamos fazer ouvir afirmativas contra-hegemônicas da percepção autista, retornando principalmente ao trabalho político de Mel Baggs para ressaltar a subversão do movimento da neurodiversidade no interior das categorias médicas e psicológicas que desumanizam o autismo. This text discusses normative conceptions that see autism as a deficit and absence of humanity, starting from questions posed by Mel Baggs, an American autistic activist, in videos shared on social networks. By intersecting her work with feminist, queer, and critical disability studies, we first analyse the relationships between technologies of gender, race, and sexuality with mental disorders, as well as the link between the diagnosis of autism and contemporary capitalism. We highlight a critical description of masculine rationality, tracing the limits within which the modern individual is conceived as a regulative ideal in the normative teleology of developmental psychological theories and materialised by disciplinary institutions, highlighting its repercussions in the discourses and practices around autism. We review the controversies concerning independence in the articulation between writing technologies and autistic people, contrasting them with the notion of interdependence developed by critical disability studies. In conclusion, we seek to give voice to the counter-hegemonic claims of autistic perception, based on the political work of Mel Baggs, in order to highlight the subversive aspect of the neurodiversity movement within the medical and psychological categories that dehumanise autism. Este texto discute las concepciones normativas del autismo como déficit y como ausencia de humanidad, siguiendo los aportes propuestos por Mel Baggs, activista autista estadounidense, en vídeos compartidos en una red social pública. Combinando su trabajo con un marco feminista, queer y de estudios críticos sobre discapacidad, comenzamos investigando la relación entre las tecnologías de género, raza y sexualidad y los trastornos mentales, y la conexión entre el diagnóstico de autismo y el capitalismo contemporáneo. Destacamos una descripción crítica de la racionalidad masculina, que rastrea los límites dentro de los cuales el individuo moderno es engendrado como ideal regulador en la teleología normativa de las teorías psicológicas del desarrollo y materializado por las instituciones disciplinarias, haciendo hincapié en sus ecos en los discursos y prácticas en torno al autismo. Recorremos las controversias en torno a la independencia en la articulación entre las tecnologías de la escritura y los autistas, contrastándola con la noción de interdependencia elaborada por los estudios críticos de la discapacidad. En conclusión, buscamos hacer oír afirmaciones contrahegemónicas de la percepción autista, retomando principalmente el trabajo político de Mel Baggs para destacar la subversión del movimiento de la neurodiversidad dentro de las categorías médicas y psicológicas que deshumanizan el autismo. </description>
      <pubDate>lun., 11 déc. 2023 12:16:55 +0100</pubDate>
      <lastBuildDate>jeu., 25 sept. 2025 09:58:10 +0200</lastBuildDate>
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